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Belo Horizonte recebe autores renomados para palestras

papo

Acontece em Belo Horizonte e em outras cidades brasileiras o projeto “Sempre um Papo”, que realiza encontros entre grandes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais para “levar um papo” ao vivo em auditórios e teatros das cidades.

 

No mês de outubro Belo Horizonte receberá o polêmico jornalista e escritor Xico Sá, para debater o lançamento do seu livro “O Livro das Mulheres Extraordinárias”. O encontro acontece dia 21 de outubro às 19h30 no auditório do Hospital Mater Dei – Rua Gonçalves Dias, 2700, Barro Preto.

 

E dia 20 de outubro é a vez de um papo com o jornalista Luis Erlanger sobre o lançamento do livro “Antes que Eu Morra” e questões politicas. O evento será na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes às 19h30, com entrada gratuita.

 

Quer saber mais programações de outubro na sua cidade? Acesse o site do evento e não deixe o bom papo e a boa leitura “morrerem”.

 

www.sempreumpapo.com.br

Exposição Mafalda 50 anos

Mafalda 50 anos

Uma garotinha de seis anos, que, apesar da pouca idade tem uma visão avante do seu tempo e vive por questionar diversos valores impostos pela sociedade. Essa é Mafalda, a personagem mais querida do cartunista argentino Joaquín Salvador Lavado (Quino), ela completa 50 anos com a exposição “O mundo de Mafalda”.

 

A exposição já passou por Argentina, México, Chile, Costa Rica e aterrissa no Brasil, precisamente em São Paulo, no mês de dezembro.  Com desenhos originais, reproduções de cenários, vídeos e fotografias a mostra terá como convidado de abertura Quino e faz parte do Circuito SP, da Secretaria Municipal de Cultura.

 

Ainda em comemoração aos 50 anos da personagem serão lançadas quatro novas edições dos livros de maior sucesso da Mafalda no Brasil, os volumes contaram com as melhores tirinhas dividas por temas. A “Pequena Filosofia da Mafalda” terá inicialmente quatro livros: “Injustiça”, “Guerra e Paz”, “Como Vai O Planeta?” e “Assim Vai O Mundo”.

 

Além disso, também foi lançada a reimpressão do livro “Toda Mafalda”, a compilação de todas as tiras da personagem.

O livro mais estranho do mundo será republicado em outubro

O livro mais estranho do mundo
É isso mesmo, aquele que é considerado por muitos como o livro mais estranho do mundo, o Codex Seraphinianus, escrito pelo italiano Luigi Serafini entre 1976 e 1978 e publicado em 1981 será republicado pela editoa Rizzoli, em outubro desse ano.

O livro possui cerca de 400 páginas e reinterpreta diversos assuntos, como botânica, zoologia, arquitetura e vários outros temas, porém de forma bem… fantasiosa. Além disso, o livro é escrito em uma língua própria, totalmente inexistente e indecifrável.

Algumas pessoas consideram o Codex Seraphinianus uma espécie de enciclopédia de um mundo imaginário.

O mais bizarro da história é que o autor do Codex continua vivo, mas nunca entrou em detalhes sobre a obra e sempre negou que o roteiro tivesse qualquer significado.

Veja abaixo algumas imagens da obra:

O livro mais estranho do mundo 4o livro mais estranho do mundo 2O livro mais estranho do mundo 3O livro mais estranho do mundo 5O livro mais estranho do mundo 6

 

 

Quem lê melhor: leitor de livros digitais ou de livros impressos?

Livros digitais x livros impressos

Os livros digitais, os chamados e-books, ainda são uma pequena fatia do mercado de livros no Brasil, respondendo a apenas 5% das vendas. O número é cinco vezes menor que nos Estados Unidos, por exemplo, mas o número tende a crescer no país.

Pensando em comparar os leitores de livros digitais com os leitores de livros impressos, um estudo foi realizado por Anne Mangen, da universidade de Stavanger, na Noruega.

Um grupo de 50 estudantes foi dividido em dois grupos, sendo um com a missão de ler um conto da americana Elizabeth George, enquanto o outro lia o conto em um e-Kindle (leitor digital) e, após a leitura, os grupos deveriam responder a algumas perguntas sobre o conto lido.

O resultado mostrou que a percepção sobre os personagens da narrativa, por exemplo, não variou de forma significativa entre os grupos, e a percepção sobre objetos da história foi melhor entre quem lia por e-reader, mas os usuários do Kindle sofreram mais para identificar a sequência correta de acontecimentos na trama.

O resultado pode não servir para ajudar a estabelecer qual dos meios é o melhor para promover a leitura, se é que há um melhor. O fato é que cada leitor apresenta preferências particulares em relação ao livro ou ao leitor digital e cabe a ele, leitor, experimentar e decidir qual o melhor meio para promover o saudável hábito da leitura.

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