Contos Árabes

Maria Luíza Soriano Martins

Sinopse

Houve certa vez um homem cujo nome ninguém sabia. Conheciam-no como Majnun Kalandar, que quer dizer “O Dervixe Louco.” Dizem que perambulou durante quarenta anos, por todo o Oriente, contando histórias. Chegava a uma cidade, dirigia-se à praça ou ao bazar e, quando afluía gente, começava a contação. O mínimo que as histórias faziam era divertir. Alguns, ou muitos, se sentiam melhor, porque as histórias apresentam situações de vida com que as pessoas se identificam, resgatam nosso autoconhecimento – através do ensinamento – descrevem outras experiências, outras maneiras de ser e agir, falam de outros lugares, e transportam o ouvinte, ou o leitor, à dimensão do inconsciente. Enfim, as histórias têm inúmeras funções. Majnun Kalandar era um dervixe, mas será que era mesmo louco? Espero que todos vocês gostem desses Contos Árabes.

Sugestões de atividades a partir do 3º ano do ens. Fund.:

1ª. ler um capítulo por dia durante um período sequencial de tempo, talvez 14 dias, uma vez que são 14 histórias.

2ª. Organizar um sarau literário com algumas histórias árabes do livro – o ambiente físico precisa receber um tratamento adequado, que reproduza o contexto das histórias.

3ª. A partir da história “Aquela Rua Sossegada” (p.88), conversar sobre a maledicência na contemporaneidade, e propor a escrita de um texto falando sobre uma rua com uma característica  própria, como: “Aquela rua barulhenta”, “A rua maluca”, “A rua abandonada”, etc.

4ª. A partir da história “Era uma vez… Um povo feliz”, conversar sobre outras cidades que possam ser parecidas com a da história, e propor a escrita de uma história semelhante.

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